sábado, 26 de janeiro de 2013

LISTA OFICIAL DE CULTOS DE 28/01/2013 A 03/02/2013






IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS - CONVENÇÃO ABREU E LIMA
Av. Brasil, 113, Centro - Abreu e Lima - PE - Brasil
Pr. Presidente: Roberto José dos Santos
LISTA OFICIAL DE CULTOS DE 28/01/2013 A 03/02/2013



SEGUNDA 28/01/2013
ROSA DO JANGA 3 ORAC PB. OTAVIANO FILHO / PB. JOSE A. PEREIRA
ROSA DO JANGA 4 CEIA PR. IZEQUIAS FLOR / PB. LUIZ CLAUDIO
TERCA 29/01/2013
ROSA DO JANGA 1 DOUT PB. JOSE LUIZ / PB. ALEXANDRE TOKIWA
QUARTA 30/01/2013
ROSA DO JANGA 1 ORAC AX. JOAO BATISTA / AX. MARCOS ANDRE ALMEIDA
ROSA DO JANGA 2 DOUT EV. HILQUIAS L.SANTOS / PB. ELIAS MANOEL
QUINTA 31/01/2013
ROSA DO JANGA 2 ORAC PB. JOSE ROBERTO / AX. JOSIVAN DANTAS
ROSA DO JANGA 3 DOUT PR. IZEQUIAS FLOR / PB. MARIO TIMOTEO FILHO
SEXTA 01/02/2013
ROSA DO JANGA 4 ORAC PB. LUIZ CLAUDIO / DC. JOSE PEDRO ALVES
ROSA DO JANGA 5 CEIA PR. IZEQUIAS FLOR / PB. LUIZ DANUBIO
DOMINGO 03/02/2013
ROSA DO JANGA 1 PRE. PB. JOSE LUIZ / PB. ERNANDES JOSE 
ROSA DO JANGA 2 PRE. EV. HILQUIAS L.SANTOS / DC. CHARLES BRANDSON
ROSA DO JANGA 3 PRE. PR. IZEQUIAS FLOR / PB. MARIO TIMOTEO FILHO
ROSA DO JANGA 4 PRE. PB. LUIZ CLAUDIO / PB. ORESTES JOSE
ROSA DO JANGA 5 PRE. PB. LUIZ DANUBIO / PB. JOSE AURELIO GOMES
ANIVERSARIANTES
PB. LUIZ DANÚBIO 26/01/2013 ROSA DO JANGA 5 PR. IZEQUIAS FLOR
EV. HILQUIAS LOPES 02/02/2013  ROSA DO JANGA 2  PR. IZEQUIAS FLOR
PB. JOSE LUIZ 05/02/2013 ROSA DO JANGA 1 PR. IZEQUIAS FLOR
PB. LUIZ CLAUDIO 09/02/2013 ROSA DO JANGA 4 PR. IZEQUIAS FLOR

CARAVANA SANTA CEIA  NO TEMPLO CENTRAL EM ABREU E LIMA
11 / 02 / 2013
2ª SEGUNDA-FEIRA
FEVEREIRO             ROSA DO JANGA 2 PR. IZEQUIAS FLOR


AGENDA DA IGREJA E CONVENÇÃO
DIA 01 A 03/02/2013 14HS – 7ª ESCOLA BÍBLICA PARA JOVENS – EBJ
DIA 10/02/2013 19HS – ABERTURA 37ª CONFRAT. DA MOCIDADE
DIA 11 E 12/02/2013 08 ÀS 17HS – 37ª CONFRATERNIZAÇÃO DA MOCIDADE
DIA 13/02/2013 19HS – ENCERRAMENTO DA 37ª CONFRATERNIZAÇÃO DA MOCIDADE
DIA 24/02/2013 14HS – 1º BATISMO NAS ÁGUAS
PARA MEDITAÇÃO: 2 CRÔNICAS 7.14
PENSAMENTO: “Geração que se quebranta”.

O Profeta Elias - Doutrinas Bíblicas


Os seis últimos capítulos de 1 Reis ocupam-se do ministério do profeta Elias no reino do norte, o reino das dez tribos. Este espetacular homem de Deus chama nossa atenção para um bom propósito. Ele é uma das figuras mais notáveis em toda a história de Israel. Sua proeminência é vista na reforma religiosa que executou e no fato de que o Novo Testamento fala mais dele do que de qualquer outro profeta do Antigo Testamento. Além disso, ele foi o escolhido para aparecer com Moisés na transfiguração do Senhor. Ademais, é a partir deste ponto que o ministério dos profetas nos dois reinos judaicos se torna mais enfático. Um dos personagens mais surpreendentes e fantásticos de Israel, Elias aparece repentinamente em cena como um profeta da crise, com trovões na voz e tempestades no olhar. Ele desaparece também de modo súbito, levado para o céu num carro de fogo. Entre a primeira e a última aparição, estende-se uma sequência de milagres espantosos. Chamaremos atenção aqui para três coisas: seu caráter, seu ministério e seu significado.
Seu caráter

A grandeza do caráter de Elias é reconhecida por todos. Mesmo os críticos que puseram em dúvida seus milagres concordam com ela. Ele parece ter sido notável até mesmo fisicamente. Não era homem da cidade, mas do campo. De fato, parece ter sido um verdadeiro beduíno, apreciando os esconderijos dos montes e vales, percorrendo as vastas Pastagens desabitadas de Basã. Sua aparência austera e sóbria sem dúvida teria atraído imediatamente a atenção do homem da cidade, vestido de forma mais agradável. Ao lermos sobre o confronto entre Elias e Acabe, quando o profeta anunciou a aproximação de um período de seca, devemos imaginar um xeque barbudo, de cabelos longos e pele queimada pelo sol, ou um daroês magro, de olhos penetrantes, vestido com peles de ovelha, entrando ousadamente na presença do rei e levantando um braço rijo para o céu ao acusá-lo de pusilânime em tons que soavam como os ecos temíveis das montanhas. Mas Elias surpreende também no que diz respeito à sua formação moral. Três qualidades destacam-se em especial: coragem, fé e zelo. Vaja a coragem. Este é o Martinho Lutero do Antigo Israel, que sozinho desafiou todos os sacerdotes da religião do Estado e todos os cidadãos do reino para um teste decisivo no Monte Carmelo. Veja também sua fé. Ela reforça a coragem. Era necessário ter muita fé para apresentar-se a Acabe e dizer: “… nem orvalho nem chuva haverá nestes anos segundo a minha palavra” (1 Rs 17.1)! A natureza, por si só, pode fazer o orvalho e a chuva faltarem por dias ou semanas e, em casos bem raros, até por alguns meses; mas para que o orvalho e a chuva sejam retidos durante anos é necessário que haja uma intervenção sobrenatural. Observe agora o zelo de Elias. Ele verdadeiramente expressou sua principal paixão, ao afirmar: “Tenho sido zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos” (1 Rs 19.10). Quanto este filho do deserto, queimado pelo sol e inculto, pode nos ensinar sobre o zelo pela honra divina, sobre a indignação ardente diante da transigência religiosa e sobre a lealdade veemente à palavra de Deus!

Seu ministério 
O Dr. Kitto comenta: “Havia dois tipos de profeta: os de ação e os de palavras. Dentre estes últimos, o maior é, sem dúvida, Isaías. Entre os primeiros, jamais houve alguém maior do que Elias”. Este é, portanto, o primeiro faio sobre o ministério de Elias: ele era um profeta de ação. Segundo nos consta, ele não escreveu nada, mas isto não nos surpreeende. Uma impetuosidade e um dinamismo como os de Elias dificilmente se unem à paciência de um escritor. Muitos dos mais entusiastas e enérgicos reformadores não tinham absolutamente qualquer dom como escritores, tram homens de ação e não de discurso. Sempre há necessidade de homens assim. O ministério de Elias também foi de milagres. A todo momento encontramos milagres. Em vista disso, alguns recentes “eruditos” descartatram sumariamente esta seção das Escrituras como sendo mítica. Todavia, a narrativa é tão sóbria e detalhada que, se não fossem palos milagres, o crítico mais destrutivo jamais questionaria sua veracidade. O ministério de Elias incluiu igualmente reforma. Ele não deu origem a nada. Contudo, protestou contra a apostasia religiosa e a degradação resultante de seu povo, chamando os homens de volta aos bons e antigo* caminhos que o Deus de Israel havia lhes designado através de Moisés. Hoje, há necessidade de denúncias assim diretas.

Seu significado 
Em primeiro lugar, Elias demonstra a verdade de que Deus tem sempre um homem que se apresenta na hora exata. As coisas já estavam suficientemente negras quando Acabe começou a reinar, mas ele logo as tornou cem vezes piores. Está escrito: “Ninguém houve, pois, como Acabe, que se vendeu para fazer o que era mau perante o Senhor, porque Jezabel, sua mulher, o instigava” (1 Rs 21.25). Sob a liderança real foi feito um esforço determinado para eliminar a religião do Senhor. Este foi o período mais medonho de toda a história de Israel. Todavia, justamente na hora crítica surge o herói de Deus. A mesma coisa repete-se continuamente na história, Quando a luz da verdade evangélica parece estar a ponto de extinguir-se da cristandade, e o papado sufoca milhares de europeus sob seu manto perverso, Deus tem seus Luteros e Calvinos para chamar o continente de volta àquela fé entregue de uma vez por todas aos santos. Quando a política, a religião e a moral se tornam tão degenerativas na Inglaterra que a própria essência da nação é prejudicada, Deus tem os seus John Wycliffes, William Tyndales, Whitefields e Wesleys. Outro aspecto que Elias ilustra é que, quando a perversidade atinge proporções extraordinárias, Deus a confronta com medidas extraordinárias Os deuses fenícios que Jezabel e Acabe ensinaram Israel a adorar representavam essencialmente os elementos materiais que produzem o orvalho e a chuva - Baal, Astarote e Aserá. Assim sendo, o Deus verdadeiro mostra sua superioridade sobre todos os poderes da natureza, suspendendo a chuva e o orvalho por três anos e seis meses. Em oposição aos milagres fictícios da falsa religião, o Senhor intervém com milagres reais. Eis a razão pela qual o ministério de Elias é de milagres. Deus está enfrentando uma situação extraordinária com medidas extraordinária*. Acredito que também hoje, quando uma situação extraordinária começa a desenvolver-se, podemos esperar que Deus enfrente mais uma vez o desafio com medidas extraordinárias.
Extraído do livro “Examinai as Escrituras”, vol. 2, de J. Sidlow Baxter, editora Vida Nova, páginas 117-119.
Publicado no blog Doutrinas Bíblicas

Elias e os Profetas de Baal - Pr. Geraldo Carneiro Filho


ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 04 - DATA: 27/01/2013
TÍTULO: “ELIAS E OS PROFETAS DE BAAL”
TEXTO ÁUREO - I Rs 18.21
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Rs 18.36-40
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:
Novamente a palavra do Senhor veio a Elias, agora para dirigi-lo a uma nova fase de sua missão. Ele estava prestes a enfrentar uma tarefa difícil, mas obteria sucesso absoluto. Afinal de contas, os profetas de Baal representavam uma causa perdida, mas Elias representava o Deus vivo e verdadeiro. Havia chegado para Elias a ocasião de voltar a Samaria e enfrentar o rei Acabe novamente.

II - CONFRONTANDO OS FALSOS DEUSES:
Uma das áreas onde o ser humano é facilmente confundido e iludido é a área dos sinais e maravilhas, pelo seu caráter sensacionalista e espetacular.
O sensacionalismo é um instrumento facilmente manipulável para chamar a atenção da multidão.
Satanás ama usar deste meio para chamar atenção das suas vítimas. É próprio do caráter satânico chamar a atenção para si e roubar a glória que pertence somente a Deus. E as massas são facilmente iludidas por este tipo de propaganda. A multidão, quase sempre, está atrás dos sinais e maravilhas.
Vejamos alguns deuses constantes na Bíblia Sagrada:

II.1 - BAAL:
Consistia o culto em queimar crianças vivas diante do altar e foi praticado no próprio templo de Salomão durante o reino de Atalia, Acaz e Manassés.
O plural é BAALIM = Senhor, Principal, Dono.
Em sua origem, significa Senhor ou Possuidor.
Segundo a crença, Baal fecundava a terra por meio de suas fontes e a quem como dono divino, se devia tributo. O Baal introduzido em Israel por Acabe foi MELKART DE TIRO (ASTAROTE).
Baal era adorado nos lugares altos de Moabe, desde os dias de Balaão e Balaque.
Este culto idólatra era acompanhado de ritos lascivos (I Rs 14:24).
Os pais sacrificavam os seus filhos, passando-os pelo fogo (Jr 19:5) e osculavam as imagens de Baal (I Rs 19:18; Os 13:2).
Este deus estava associado à Astarote (Jr 2:13) e nas proximidades de seu altar havia frequentemente uma imagem da deusa Aserá (Jz 6:30; I Rs 16:32-33).
Não se deve confundir este Baal com o deus da Babilônia, BEL, apesar de ambos serem adorados do mesmo modo e com a mesma significação.
No templo de Baal havia um bosque em torno do altar (Ex 6:25, 28).

II.2 - ASERÁ:
Aserá ou Aserem (plural de Aserim), é a forma masculina; e Aserote, a feminina.
É palavra traduzida uniformemente por BOSQUE.
Aserim é o nome de um tronco de árvore de que foram tirados os ramos e que era tido como símbolo de uma deus e com este nome de Aserá, representando a abundante fertilidade (Ex 34:13).
Os profetas de Aserá do tempo de Acabe, foram mortos, juntamente com os profetas de Baal, na Torrente de Quisom (I Rs 16:33; 18:19-40).
As mulheres teciam cortinas para o Aserá do Templo (II Rs 23:7). O rei Josias, como parte de sua reforma religiosa, mandou tirar do templo todos estes símbolos idólatras e os queimou no Vale de Cedrom.

II.3 - ASTAROTE:
Salomão adorou Astarote, deusa dos sidônios (Jz 2:13; 10:6; I Sm 7:3).
A palavra é o plural de ASTARTE.
Astarote é o mesmo príncipe das trevas que foi adorado como Ísis, no Egito; Diana, em Éfeso; Iemanjá, na Umbanda e a Rainha dos Céus (sob o nome de Maria), na Igreja Católica.
Para os gregos, Astarote foi Afrodite e, para os romanos, Vênus, deusa da guerra e do amor. Como deusa do amor, Astarte patrocinava a volúpia e a fecundidade. O culto a Astarote envolvia práticas lascivas extremas.
As Escrituras mencionam “Astarotes”, que era a agregação dos vários tipos de imagem-mulher adorados pelos cananitas. Todas procedem, segundo a história da Babilônia, de Semíramis e de seu casamento com Ninrode. Como se vê, a coisa vem de tempos remotos, tendo efeitos nocivos na sociedade que agora entrou no Século XXI!
Onde opera, hoje, a influência desse príncipe?
Ele é o encarregado de promover o culto ao belo, ao perfeito e ao corpo, sempre ligando-o ao sensualismo.
Há hoje na sociedade um verdadeiro culto ao belo. Jovens que procuram as academias para apresentar um corpo perfeito, que frequentam salões de beleza a todo instante para evitar as rugas, impedir a velhice, etc. Sempre a preocupação é manter-se sensual.
Tudo o que induzir ao sexo, à sedução sexual, tudo o que levar uma pessoa a querer mostrar sua beleza e vestir-se com o fim de atrair alguém para o sexo, vive sob influência desse principado satânico. Toda pornografia e apelos sexuais são capitaneados por Astarote, cuja missão é levar a sociedade à perdição.

II.4 - MOLOQUE, MILCOM e CAMOS:
Um deus dos amonitas - Lv 18:21; I Rs 11:5, 33; II Rs 23:10; Jr 32:35; Am 5:26; At 7:43.
O segundo demônio que Salomão adorou foi MILCOM, abominação dos amonitas e a CAMOS, abominação de Moabe.
Milcom e Moloque são os mesmos deuses adorados em diferentes países.
Moloque exigia sacrifício de crianças.
Milcom era o deus de Amom cuja nação foi formada com os descendentes de Ló, que cometeu incesto com as suas duas filhas. Deduzimos, portanto, que esse deus está ligado ao lar, separando casais e levando à prática de incesto.
Desta forma, Milcom, Camos e Moloque trabalham na desestruturação dos lares.
Moloque ataca as crianças (hoje em forma violenta pela mídia, desenhos, filmes, etc).
Milcom e Camos, juntamente, operam na defesa do aborto, o que não deixa de ser uma espécie de sacrifício de crianças.

II.5 - VENTRE E BACO:
As Escrituras falam também de Ventre ou Baco. Ainda que não estejam mencionados no Antigo Testamento, esse príncipe leva as pessoas ao culto das coisas terrenas.
Paulo fala daqueles que adoram seus próprios ventres (Rm 16:18) “visto que só se preocupam com as cousas terrenas” (Fp 3:19).
A palavra BACANA procede desse contexto, e, por extensão, BACANAL! É uma mistura de prazer, sexo e comida, ou seja, orgia, onde sexo, banquete e festa são elementos presentes.
Dar-se o prazer de festas e comidas, mesmo com a ausência de sexo, ainda é servir a Baco, deus do ventre! E quantos crentes caem nesse laço de Baco!
A comunidade dos discípulos de Jesus pode ter seus momentos de festas, com alegria, comidas, etc. Jesus participou dessas festas.
A Igreja dos dias apostólicos tinha seus momentos de celebrações.
Deus mesmo instituiu as festas para o povo judeu no Antigo Testamento.
Mas quem era celebrado entre os discípulos? JESUS. Sempre que o pão era partido havia a lembrança de Jesus!
O problema maior da Igreja é que em suas festas Jesus é dispensado, apenas Baco ou Ventre são celebrados.

II.6 - “DEUS DE ISRAEL” - O VERDADEIRO DEUS
O nosso Deus é o Senhor soberano e o único que pode suspender as leis conhecidas como naturais e colocar uma outra lei em operação, para intervir na situação humana. Por isso, nosso Deus é o Deus dos milagres:
(1) - Abre uma estrada seca no meio dos mares para libertar o seu povo (Ex 14:15-25);
(2) - Derruba o muro de Jericó com o som da trombeta (Js 6);
(3) - Faz o Seu povo ganhar a guerra fazendo o sol e a lua pararem (Js 10:12-15);
(4) - Faz perecer Moabe, Amom e os da Montanha de Seir com os louvores dos levitas (II Cr 20);
(5) - Vence a morte (Jo 11);
(6) - Cura enfermos (Lc 14:1-6);
(7) - Dá vista aos cegos (Lc 18:35-43);
(8) - Limpa e cura leprosos (Lc 17:11-19);
(9) - Expulsa demônios (Mt 17:14-21);
(10) - Multiplica pães e peixes para a multidão (Mt 14:13-21);
Enfim, O NOSSO DEUS É O SENHOR DOS MILAGRES.     III -

sábado, 19 de janeiro de 2013

LISTA OFICIAL DE CULTOS DE 21/01/2013 A 27/01/2013






IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS - CONVENÇÃO ABREU E LIMA
Av.Brasil, 113, Centro - Abreu e Lima - PE - Brasil
Pr.Presidente: Roberto José dos Santos
LISTA OFICIAL DE CULTOS DE 21/01/2013 A 27/01/2013




                                  
SEGUNDA 21/01/2013
ROSA DO JANGA 3 ORAC DC. SEVERINO G. SANTOS / DC. JOAB LOPES
ROSA DO JANGA 4 DOUT PR. MARCOS LEITE / PB. LUIZ CLAUDIO
ROSA DO JANGA 5 ORAC PB. JOSE CHAGAS / DC. ROBERTO FORTUNATO
TERCA 22/01/2013
ROSA DO JANGA 1 DOUT PB. JOSE LUIZ / PB. ORESTES JOSE  
ROSA DO JANGA 3 CEAD PB. OTAVIANO FILHO / DC. CHARLES BRANDSON
QUARTA 23/01/2013
ROSA DO JANGA 1 ORAC DC. MARCOS VALERIO / AX. CRISTIANO JOSE
ROSA DO JANGA 2 DOUT EV. HILQUIAS L.SANTOS / PB. ERNANDES JOSE
QUINTA 24/01/2013
ROSA DO JANGA 1 CRAC PB. ALEXANDRE TOKIWA / AX. JOSIAS NASCIMENTO 
ROSA DO JANGA 2 ORAC EV. HILQUIAS L.SANTOS / AX. AMINADAB FREITAS
ROSA DO JANGA 3 E.B PR. IZEQUIAS FLOR / PB. MARIO TIMOTEO FILHO 
SEXTA 25/01/2013
ROSA DO JANGA 4 ORAC PB. LUIZ CLAUDIO / DC. MARCOS NUNES
ROSA DO JANGA 5 DOUT PB. LUIZ DANUBIO / DC. FRANKLIN CABRAL
DOMINGO 27/01/2013
ROSA DO JANGA 1 PRE. PB. JOSE LUIZ / DC. LUCIANO JOSE SILVA
ROSA DO JANGA 2 PRE. PB. ELIAS MANOEL / PB. JOSE ROBERTO
ROSA DO JANGA 3 C.E PR. IZEQUIAS FLOR / PB. MARIO TIMOTEO FILHO
ROSA DO JANGA 4 PRE. PB. LUIZ CLAUDIO / DC. MARCONI JOSE SILVA
ROSA DO JANGA 5 PRE. PB. LUIZ DANUBIO / PB. ORESTES JOSE

A Longa Seca sobre Israel - Luciano de Paula Lourenço


Texto Básico: 1Reis 18:1-8
 
“E será que, se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos que hoje te ordeno, de amar o SENHOR, teu Deus, e de o servir de todo o teu coração e de toda a tua alma, então, darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que recolhas o teu cereal, e o teu mosto, e o teu azeite. E darei erva no teu campo aos teus gados, e comerás e fartar-te-ás. Guardai-vos, que o vosso coração não se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e vos inclineis perante eles;e a ira do SENHOR se acenda contra vós, e feche ele os céus, e não haja água, e a terra não dê a sua novidade, e cedo pereçais da boa terra que o SENHOR vos dá”(Dt 11:13-17).
INTRODUÇÃO
Impulsionado pelo Espírito de Deus, Elias se apresenta diante do rei Acabe e declara que não haveria nem chuva nem orvalho enquanto o próprio profeta não o pedisse a Deus(1Rs 17:1). Numa frase tão curta e sucinta, como é este versículo das Escrituras, encontramos um exercício imenso de fé. Elias, um profeta que vivia retirado da sociedade, é levado pelo Espírito a se apresentar nada mais nada menos que diante do próprio rei e a dizer que haveria uma grande seca até o instante em que ele pedisse a Deus que chovesse. Que coragem da parte do profeta! Que determinação, ou seja, que disposição firme de cumprir a Palavra de Deus!
Denunciar o pecado e anunciar o juízo divino não é uma tarefa fácil e o serviço a Deus traz inevitável aborrecimento do mundo e dos pecadores. Não pensemos nós que servir ao Senhor é alcançar popularidade, respeito e medo dos ímpios, mas, bem ao contrário, é acirrar os ânimos das hostes espirituais da maldade contra nós.
I. O PORQUÊ DA SECA
1. Disciplinar o rei e o povo de Israel. O contexto de 1Reis 17 e 18 nos mostra claramente que Deus, na sua soberania, determinou a seca sobre Israel para corrigir o rei e o povo da sua teimosa idolatria e para revelar que somente Deus é o provedor de todas as coisas, que só Ele é quem tem o domínio sobre a natureza que Ele mesmo criou.
Deus reteve a chuva durante três anos e meio (Lc 4:25;Tg 5:17). Esse juízo humilhava Baal, pois seus adoradores criam que ele controlava a chuva e que era responsável pela abundância nas colheitas. E esta forma punitiva usando a natureza fora prevista muito antes, à época de Moisés, caso o povo se desviasse dos caminhos do Senhor:
E será que, se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos que hoje te ordeno, de amar o SENHOR, teu Deus, e de o servir de todo o teu coração e de toda a tua alma, então, darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que recolhas o teu cereal, e o teu mosto, e o teu azeite. E darei erva no teu campo aos teus gados, e comerás e fartar-te-ás. Guardai-vos, que o vosso coração não se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e vos inclineis perante eles;e a ira do SENHOR se acenda contra vós, e feche ele os céus, e não haja água, e a terra não dê a sua novidade, e cedo pereçais da boa terra que o SENHOR vos dá” (Dt 11:13-17).
2.  Revelar a divindade verdadeira. Outro motivo para a seca era o desafio de Deus contra as divindades sidônias Baal e Aserá. Essas “divindades” já eram conhecidas dos israelitas, mas foram importadas e oficializadas por Jezabel, esposa de Acabe. Os habitantes do Reino de Israel, que haviam se esquecido do Senhor, acreditavam que essas divindades “davam” a chuva e a colheita no tempo devido. Agora Deus mostraria seu poder retendo a chuva e permitindo que a fome fizesse os israelitas pensarem melhor na pessoa a quem sua fé era direcionada.
Por ocasião desse seca, Deus, através do seu profeta Elias, realizou alguns milagres. Elias multiplicou o alimento de uma viúva pobre e depois ressuscitou o filho dela. Após retornar de Sarepta, na Fenícia, onde foi sustentado por uma viúva, Elias fez descer fogo do céu com sua oração. Com isso, Elias mostrou ao povo e ao rei Acabe quem era o Deus verdadeiro em Israel.
II. OS EFEITOS DA SECA
A longa seca predita pelo profeta Elias e que teve seu fiel cumprimento nos dias do rei Acabe (1Rs 17:1,2; 18:1,2) não foi obra desse profeta, e sim um ato da soberania de Deus. O pai celestial é soberano sobre toda a sua criação. Foi uma forma de disciplinar o seu povo, Israel. O Pai celestial tem diversas maneiras de disciplinar os seus filhos. No antigo Testamento, uma delas era provocando longos períodos de seca sobre a nação de Israel. As advertências sobre este método disciplinar podem ser lidas em alguns textos bíblicos:
“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, não cuidando em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos que, hoje, te ordeno, então, virão todas estas maldições sobre ti e te alcançarão: […] Os teus céus sobre a tua cabeça serão de bronze; e a terra debaixo de ti será de ferro. Por chuva da tua terra, o SENHOR te dará pó e cinza; dos céus, descerá sobre ti, até que sejas destruído” (Dt 28:15,23-24). 
“Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr 7:13-14). 
A falta de chuva resultaria em crise econômica, que acabaria por tratar do orgulho, da arrogância e da idolatria nacional, que chegava a creditar sua prosperidade aos falsos deuses. 
Deus sempre quis e quer dialogar com o homem, mas a persistência no pecado tem levado o ser humano a sofrer diversas consequências e pesados juízos divinos. Deus não se deixa escarnecer e tudo o que o homem semear, isto também ceifará (Gl 6:7). Em Israel, os que adoravam a Baal criam que ele era o deus que mandava chuvas e colheitas abundantes. Assim, quando Elias se colocou na presença de Acabe e disse-lhe que não choveria por vários anos, o rei ficou chocado. Baal tinha muitos sacerdotes os quais não poderiam trazer chuvas. Elias confrontou corajosamente o homem que levara seu povo ao mal, e falou-lhe de um poder muito maior do que o de qualquer deus pagão: o Senhor Deus de Israel. Quando a rebelião e as heresias estavam em seu nível mais alto no meio do povo, o Senhor não respondia somente com palavras, mas com ações severas.
Infelizmente, a seca não surtiu os efeitos desejados, além da escassez e fome. É tanto que Elias entrou numa severa depressão, a ponto de pedir para morrer. Debaixo da sombra protetora de um zimbro (um arbusto que cresce no leito seco dos rios do deserto), ele se sentia tão deprimido a ponto de desejar que sua vida logo terminasse. Na verdade, Elias, após a grande manifestação divina no monte Carmelo, esperava que Acabe exercesse sua autoridade e influência sobre Jezabel e obrigasse o povo e a casa real a servirem somente ao Senhor, mas, certamente, ele não o fez. Pelo contrário, os profetas de Aserá foram libertos e Jezabel ameaçou tirar a vida de Elias.
Durante o período da seca, o povo também não demonstrou arrependimento de sua idolatria. A seca anunciada por Elias (1Rs 17:1) havia acontecido como um desafio direto a Baal. Quanto mais tempo ela continuasse mais evidente se tornava que ele não era o grande deus que os seus seguidores acreditavam ser, e que só o Senhor era o Deus verdadeiro. Somente após a manifestação do grande poder de Deus no Monte Carmelo, quando Deus respondeu com fogo a oração de Elias, é que o povo em uníssono exclamou: “Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!”(1Rs 18:39). E isso não durou muito tempo. Nos reinados seguintes, o povo mergulhou novamente na imoralidade, idolatria e injustiças sociais. Só parou depois que foi desterrado para sempre. Deus é amor, é longânimo, mas é justiça!
III. A PROVISÃO DIVINA NA SECA
1. Provisão pessoal. O anúncio da seca deu início ao conflito entre Deus e Baal, que atingiu o seu clímax no Monte Carmelo. Assim que a batalha foi consolidada, Elias recebeu ordens do Senhor para  que se isolasse junto ao ribeiro de Queirte - provavelmente situado na região de Gileade -, durante o período da seca; ali, Deus milagrosamente proveria seu alimento através dos meios mais improváveis (1Rs 17:3,5,6).
Querite representava para Elias um momento de anonimato - depois de desafiar o rei Acabe, Elias se tornou conhecido em todo o reino, e foi procurado exaustivamente por Jezabel em diversos lugares. A obediência de Elias o preservou em segurança das mãos de Jezabel nos anos de seca, e o preparou para os próximos desafios que iria enfrentar para que o povo retornasse aos caminhos do Senhor. Esse milagroso cuidado foi muito importante para o desenvolvimento da confiança de Elias em Deus, da qual ele necessitaria para o importante confronto com as forças de Baal e Aserá no futuro.
Deus é o garantidor do cumprimento da Sua Palavra. Certamente não foi fácil para Elias acatar a ordem divina de desafiar o próprio rei, mas, ao fazê-lo, Deus, que bem sabia os riscos que o profeta passava a correr, encarregou-se de providenciar ao profeta proteção e sustento, já que o juízo divino afetaria a própria subsistência do povo.
Deus passou a sustentar o profeta que, junto a um ribeiro, onde havia água necessária à sua sobrevivência, passou a ser alimentado por corvos, que lhe traziam pão e carne pela manhã e pela noite (1Rs 17:6). Como diz o apóstolo Paulo, “…Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias, e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes, e Deus escolheu as coisas vis deste mundo e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são: para que nenhuma carne se glorie perante Ele” (1Co 1:27-29). Como poderia Elias ser alimentado por corvos, animais que são conhecidos por serem decompositores, ou seja, que se alimentam daquilo que está apodrecendo, daquilo que está se desfazendo, e num momento em que passou a haver escassez de alimentos? Como ser alimentado por um animal tão asqueroso, tão repugnante? Entretanto, como disse o Senhor, havia sido dada uma ordem aos corvos para alimentar o profeta e, ante a ordem divina, não há como haver recusa. Elias, toda manhã e toda noite, era servido pelos corvos, que, pontualmente, cumpriam a ordem do Senhor. Deus, assim, mostrava, duas vezes ao dia, ao profeta que estava no controle de todas as coisas, que toda a natureza estava sob as Suas ordens. Glórias a Deus!
Dia após dia, Elias era alimentado pelos corvos, mas a seca que anunciara já era uma realidade. Por isso, dia após dia, as águas do ribeiro de Querite iam minguando, até o momento em que o ribeiro secou. Deus continuava a agir na vida de Elias, demonstrando que tinha o controle da situação. Os corvos vinham lhe trazer comida, mas o ribeiro se secava, em cumprimento à palavra do profeta, que tudo dissera em nome do Senhor. Deus tem compromisso com a Sua Palavra (Jr 1:12) e não a invalidará, ainda que isto representasse a proteção e o sustento dos Seus servos fiéis. Deus não precisa invalidar a Sua Palavra para guardar os Seus!
Quando o ribeiro secou, Deus, então, mandou que o profeta fosse para Sarepta, cidade pertencente a Sidom, pois o Senhor havia ordenado a uma viúva que sustentasse o profeta (1Rs 17:9). Vemos, aqui, que Deus, depois de mostrar que tinha controle sobre a natureza, estava agora a mostrar ao profeta que também era o controlador da humanidade e das estruturas sociais. Além do mais, tratava-se de uma viúva e as viúvas, via de regra, eram pessoas necessitadas, que se encontram entre os mais desprovidos de recursos econômico-financeiros, que viviam da caridade pública. Entretanto, este Deus que escolhe as coisas loucas para confundir as sábias, fez com que o profeta passasse a ser sustentado, na terra de Sidom, por uma viúva miserável. Essa situação foi bastante pedagógica ao profeta. A cada instante, Elias aprendia o significado do seu próprio nome: “Javé é Deus”.
2. Provisão coletiva. Além da providência de Elias e da viúva de Sarepta, o relato bíblico mostra que Deus também trouxe a sua provisão para um grande número de pessoas.  Em primeiro lugar, o texto bíblico mostra que Deus usou o próprio mordomo do rei Acabe, Obadias, para sustentar com pão e água 100 profetas (cf 1Rs 18:4). Quando Elias ia em direção a Acabe se encontrou com o mordomo do rei, Obadias, que era uma pessoa temente a Deus, o qual relatou ao profeta como havia escondido os servos do Senhor numa caverna e providenciado o seu sustento em meio à grande seca e à implacável perseguição desenvolvida por Acabe contra os servos de Deus (cf 1Rs 18:4). Ao se encontrar com Obadias, Elias fica a saber que o rei Acabe o havia procurado em todos os lugares, a demonstrar, mais uma vez, que o Senhor o havia escondido, o havia não só sustentado, mas também protegido (1Rs 18:10). Também foi cientificado de que não era o único a ter obtido a proteção e sustento da parte de Deus, que os profetas, aqueles com quem Elias tinha tanto cuidado, também haviam sido guardados, pela mão de Obadias. Este mordomo, apesar do cargo que ocupava, era um homem temente a Deus e, pela obra do Senhor, não tinha por valiosa a sua posição social (1Rs 18:3,4).
Em segundo lugar, foi o próprio Deus, no Monte Horebe, quem disse para Elias que havia guardado sete mil profetas, os remanescentes, que não havia dobrado os seus joelhos diante de Baal: “Eu fiz ficar em Israel sete mil”(1Rs 19:18). Este relato bíblico mostra-nos que Deus não só havia cuidado de Elias, como também de todos os Seus profetas, mostrando que havia absoluto controle divino sobre toda a situação.
Deus não muda e continua a guardar os Seus servos, o Seu povo em meio aos dias trabalhosos e difíceis que estamos a viver. Basta apenas que temamos a Deus e que estejamos dispostos a servi-lo e a fazer o que Ele nos manda, sem nos importarmos com as circunstâncias ou os possíveis riscos.