sábado, 29 de dezembro de 2012

LISTA OFICIAL DE CULTOS DE 31/12/2012 A 06/01/2013






IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS - CONVENÇÃO ABREU E LIMA
Av.Brasil, 113, Centro - Abreu e Lima - PE - Brasil
Pr.Presidente: Roberto José dos Santos
LISTA OFICIAL DE CULTOS DE 31/12/2012 A 06/01/2013



SEGUNDA 31/12/2012
ABREU E LIMA C.E PR. ROBERTO JOSE / EV. NEILTON RAFAEL
ROSA DO JANGA 1 C.E PB. JOSE LUIZ / DC. LUCIANO JOSE SILVA
ROSA DO JANGA 2 C.E EV. HILQUIAS L.SANTOS / PB. ELIAS MANOEL
ROSA DO JANGA 3 C.E PR. IZEQUIAS FLOR / PB. MARIO TIMOTEO FILHO
ROSA DO JANGA 4 C.E PB. LUIZ CLAUDIO / PB. ORESTES JOSE
ROSA DO JANGA 5 C.E PB. LUIZ DANUBIO / AX. EDJAILSON MARIO
TERCA 01/01/2013
ABREU E LIMA C.E PR. ROBERTO JOSE / EV. MARCOS CESAR
ROSA DO JANGA 1 C.E PB. JOSE LUIZ / DC. CIDCLEI JOSE F.SANTA
ROSA DO JANGA 2 C.E PB. JOSE ROBERTO / DC. JOSE ALDEIR
ROSA DO JANGA 3 C.E PR. IZEQUIAS FLOR / DC. CHARLES BRANDSON
ROSA DO JANGA 4 C.E PB. ORESTES JOSE / DC. WILLAMES SILVA
ROSA DO JANGA 5 C.E PB. LUIZ DANUBIO / PB. JOSE CHAGAS
QUARTA 02/01/2013
ROSA DO JANGA 1 ORAC DC. MARCONI JOSE SILVA / DC. CIDCLEI JOSE F.SANTA
ROSA DO JANGA 2 DOUT EV. HILQUIAS L.SANTOS / PB. ERNANDES JOSE
ROSA DO JANGA 4 CEAD PB. LUIZ CLAUDIO / DC. JOSE PEDRO ALVES
ROSA DO JANGA 5 CRAC PB. OTAVIANO FILHO / AX. EDJAILSON MARIO
QUINTA 03/01/2013
ROSA DO JANGA 2 ORAC PB. ELIAS MANOEL / DC. MARCOS VALERIO
ROSA DO JANGA 3 DOUT PR. IZEQUIAS FLOR / PB. MARIO TIMOTEO FILHO
SEXTA 04/01/2013
ABREU E LIMA DOUT PR. ROBERTO JOSE / PR. JOSE ORLANDO
ROSA DO JANGA 4 ORAC PB. LUIZ CLAUDIO / DC. MARCOS NUNES
ROSA DO JANGA 5 CEIA EV. SEVERINO MANOEL / PB. LUIZ DANUBIO
SABADO 05/01/2013
ABREU E LIMA EBD EV. ROBSON MANOEL / PB. ABRAAO COUTINHO
DOMINGO 06/01/2013
ABREU E LIMA PRE. PR. ROBERTO JOSE / PR. ISAAC LUIZ DE SOUZA
ROSA DO JANGA 1 PRE. PB. JOSE LUIZ / DC. LUCIANO JOSE SILVA
ROSA DO JANGA 2 PRE. EV. HILQUIAS L.SANTOS / PB. ELIAS MANOEL
ROSA DO JANGA 3 PRE. PR. IZEQUIAS FLOR / PB. MARIO TIMOTEO FILHO
ROSA DO JANGA 4 PRE. PB. LUIZ CLAUDIO / PB. ORESTES JOSE
ROSA DO JANGA 5 PRE. PB. LUIZ DANUBIO / PB. JOSE AURELIO GOMES

Malaquias - A Sacralidade da Família - Rede Brasil de Comunicação


Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Aílton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 13 - MALAQUIAS - A SACRALIDADE DA FAMÍLIA
INTRODUÇÃO
Nesta lição estudaremos sobre o último dos profetas Menores - Malaquias. Destacaremos algumas informações a respeito desse profeta, e também a situação em que se encontrava o povo a quem ele profetizou. Veremos qual a mensagem que Deus pronunciou através do seu mensageiro, e que as doutrinas por ele defendidas, aplicam-se ainda hoje para a Igreja.
I - INFORMAÇÕES SOBRE O PROFETA MALAQUIAS
1.1 Nome. Seu nome hebraico é Malakhyah, que significa “anjo” ou “mensageiro de Jeová”. Sua forma abreviada é Maleachy“meu mensageiro”. Durante muito tempo não se soube se “Malaquias” era o nome do profeta ou se era uma referência a um mensageiro de Jeová. Mas, é evidente que se trata de um nome próprio, pois nenhum livro dos profetas deixa de trazer seu nome no início da obra (SOARES, 2003, p. 220). Além do seu nome, nada é mais conhecido, pois este profeta não relata em seu livro quem são seus pais, cidade natal ou data do ministério (Ml 1.1). A tradição nos conta que Malaquias era membro da “Grande Sinagoga” e que ele era um levita nascido em Sufa de Zebulom (MOODY, sd, p. 26).
1.2 Livro. O livro do profeta Malaquias é o último do Antigo Testamento e também dos profetas menores. Ele se divide em seis partes. Cada uma começa com uma declaração, seguida de uma objeção na forma de pergunta introduzida por “vós dizeis”ou “perguntais” (Ml 1.2,6 2.14,17; 3.7,13), para depois refutar a objeção. O livro se constitui numa série de censuras contra o povo por causa da ingratidão a Deus e contra a irreverência quanto às coisas sagradas. A infidelidade dos sacerdotes (Ml 1.12,13) e as advertências continuam no capítulo 2, até o versículo 9. A crise social diz respeito aos casamentos mistos, e o grande índice de divórcio também é parte da censura. É parte da crise espiritual o desprezo pelos dízimos e ofertas (Ml 3.7-11). O capítulo 4 reacende a esperança messiânica com o aparecimento do “Sol da Justiça”(Ml 4.2), precedida pela vinda de Elias (Ml 4.5,6). O livro é citado no Novo Testamento.O profeta anunciou a vinda de Elias, identificado com João Batista, o precursor do Messias, (Ml 3.1; 4.6; Mc 1.2; Mt 11.10,14;17.11). A célebre frase:“amei a Jacó e aborreci Esaú” (Ml 1.2,3) reaparece em Romanos 9.13 (SOARES, 2003, p. 221).
1.3 Período que profetizou. Quando Malaquias, cem anos ou mais já haviam decorrido desde a volta dos judeus a Jerusalém, após o cativeiro na Babilônia (MEARS, 1997, p.295). Não há menção dos muros de Jerusalém e nem da construção da Casa de Deus, nem de Esdras e nem de Neemias. Tudo isso nos leva a concluir que a mensagem de Malaquias veio numa época em que o Templo já estava construído. Parece que seu ministério coincide com o período em que Neemias havia retornado à metrópole, “no ano trinta e dois de Artaxerxes” (Ne 13.6,7), uma referência a Artaxerxes I, conhecido como Longímano, rei da Pérsia que reinou entre 465 e 425 a.C. A Ausência de Neemias na Judéia aconteceu por volta de 433 a 425 a.C. A denúncia do profeta reflete as irregularidades religiosas desse período (SOARES, 2003, p. 220).
II - A SITUAÇÃO DE JUDÁ NO PERÍODO DE MALAQUIAS
2.1 Situação política. Embora Zorobabel tivesse sido designado governador da Judéia em 537 a.C. e a data do seu falecimento seja incerta, nenhum dos seus filhos foi designado para substituí-lo. Neemias, burocrata judeu da corte de Artaxerxes I, foi designado governador em 444 a.C. e exerceu o cargo até voltar à Pérsia em 432 a.C. (Ne 5.14) (ELISSEN, 2004, p. 344).
2.2 Situação social e espiritual. O conteúdo do livro do profeta Malaquias nos mostra que o primeiro entusiasmo do retorno da Babilônia havia cessado. Apesar de o templo ter sido reconstruído (516 a.C.), o sistema de culto restaurado de maneira digna por Esdras (457 a.C.) e o muro da cidade reconstruído (444 a.C.), o estado espiritual dos judeus estava de novo em um nível muito baixo. O povo tinha deixado de dar o dízimo, e em consequência as colheitas fracassaram. Os sacerdotes, vendo-se no desamparo, tornaram-se descuidados e indiferentes para com as funções do Templo. A moral mostrava-se frouxa e havia frequentes contatos comprometedores com os pagãos circunvizinhos (ELISSEN, 2004, p. 344).

Malaquias - A Sacralidade da Família - Pr. Geraldo Carneiro Filho


I – INTRODUÇÃO:
Malaquias testifica o triste fato do fracasso de Israel. Ele apresenta o quadro de um povo religioso externamente, mas interiormente indiferente e falso, um povo para o qual o culto a Jeová se transformou em formalismo vazio, desempenhado por um sacerdócio corrupto que não o respeitava.

II – PEQUENO ESBOÇO DO LIVRO DE MALAQUIAS:
Capítulo 1:
Ingratidão de Israel – Ml 1.1-5.
A negligência de Israel para com as instituições de Deus – Ml 1.6-14.
Capítulo 2:
Os sacerdotes são repreendidos por rejeitar o pacto –Ml 2.1-9.
O povo é reprovado por seus maus costumes – Ml 2.10-17.
Capítulo 3:
A vinda de Cristo – Ml 3.1-6.
Os judeus são reprovados por suas corrupções – Ml 3.13-18.
O cuidado de Deus por Seu povo; a distinção entre o justo e o ímpio – Ml 3.13-18
Capítulo 4:
O juízo dos ímpios e a felicidade dos justos – Ml 4.1-3.
Consideração devida à lei; João Batista é prometido como o precursor do Messias – Ml 4.4-6.

III - POR QUE LER ESSE LIVRO?:
Malaquias põe um espelho diante de nós, ajudando-nos a avaliar o nosso relacionamento com o Deus vivo. Acreditamos que Ele nos ama? Ele recebe de nós amor e obediência sinceros? Ou estamos apenas “cumprindo o nosso dever”? As perguntas que Deus formulou a Israel penetram furtivamente por trás das nossas defesas e nos forçam a sair da rotina, reacendendo em nós a afeição por Ele.

IV - QUEM ESCREVEU O LIVRO?:
O nome Malaquias significa “Meu mensageiro”. Não se sabe ao certo se esse era de fato o nome do autor, ou se ele o utilizava como título, pois os profetas em geral eram chamados mensageiros do Senhor. Seja como for, esse profeta tinha nítida consciência de que Deus estava falando por meio dele.

V - QUANDO FOI ESCRITO?:

Em alguma data após 460 a.C., depois de Israel ter voltado do cativeiro babilônico, depois da reconstrução do templo de Jerusalém (516 a.C.) e depois de o culto ali ter-se reduzido a mera rotina.

VI - POR QUE FOI ESCRITO?:
Para combater o espírito de comodismo e a indiferença que tão facilmente dominam o povo de Deus.
Sob o ministério de Ageu e Zacarias, o povo estava disposto a reconhecer suas faltas e a corrigi-las, mas agora, endureceram-se tanto que negam insolentemente as acusações de Jeová – Ml 1.1-2; 2.17; 3.7.
Pior ainda: Muitos professam ceticismo quanto à existência de um Deus de juízo e outros perguntam se valerá a pena servir ao Senhor – Ml 2.17; 3.14-15.
O profeta Malaquias denunciou os mesmos males que existiam no tempo de Neemias – (Ne 13.10-12 comparar com Ml 3.8-10); (Ne 13.29 comparar com Ml 2.4-8); (Ne 13.23-27 comparar com Ml 2.10-16).
Qual raio de luz nesta cena escura, brilha a promessa da vinda do Messias, que chegará para libertar o resto dos fiéis e julgar a nação.

VII - O QUE SE DEVE BUSCAR EM MALAQUIAS:
Malaquias apresenta uma palavra da parte de Deus seguida por uma queixa do povo, a qual, por sua vez, é seguida por uma resposta de Deus. Observemos o fervor de Deus nessa troca de palavras. Deus nos ama com amor inexplicável e nos quer ver retribuindo esse amor mediante a fidelidade nos relacionamentos humanos, a integridade, a pureza e a justiça a favor dos debilitados da sociedade.
VIII – MENSAGENS NO LIVRO DE MALAQUIAS:
Na época de Malaquias, o povo estava vivendo um período de grande acomodação, pois já havia voltado do exílio na Babilônia há alguns anos e não havia, naquele momento, ameaça de outra invasão. Começou a surgir um declínio na vida espiritual da nação. A religião era apenas uma prática fria e formal. Os líderes religiosos não davam exemplo de santidade. A lei não estava sendo obedecida. Mas o Senhor Deus envia Seu mensageiro com uma mensagem extremamente apropriada para aquele povo e para nós também.
(1) – MENSAGENS AOS REBELDES – Ml 1.1 – 3.15):
(1.1) – UMA MENSAGEM À NAÇÃO INTEIRA – Ml 1.1-5) – O povo pergunta de uma maneira insolente acerca do amor de Jeová para com eles, evidentemente pensando nas suas aflições anteriores, mas esquecendo-se de que os castigos do Todo-Poderoso visavam purificá-los.
Como prova de Seu amor para com a nação, o Senhor refere-se à eleição gratuita de seu pai, Jacó, e à rejeição de seu irmão, Esaú.
Edom foi rejeitado por Deus, e será desolado para sempre. Mas Israel, escolhido perpetuamente, viverá para ver a desolação de Edom e dar glória à graça e ao amor de Deus (Ml 1.4-5).
OBSERVAÇÃO:
Neste ponto, carecemos tomar muito cuidado para não cairmos nas ciladas da doutrina da predestinação. Esta doutrina, que a rigor é uma heresia muito fútil, tem causado enormes prejuízos ao reino de Deus.
No caso que ora estudamos, não podemos ser levados a pensar que o Senhor tenha predestinado Esaú ao ódio, e Jacó a uma vida de bem-aventuranças.
Pelo contrário, Deus não predestinara Esaú ao aborrecimento. Esaú, no entanto, por ser profano, foi aborrecido pelo Senhor – Hb 12.16.
Foi por causa do seu pecado que Esaú passou a ser aborrecido por Deus; e não em consequência de uma cega e cruel predestinação.
Podemos notar que a palavra “ABORRECER” não significa aborrecimento no sentido em que hoje a entendemos, mas se usa aqui no sentido de “REJEITAR”. Comparemos Lucas 14.26 e Mateus 10.37, onde a palavra “ABORRECER” significa “AMAR COM MENOR AFEIÇÃO”.
O mesmo podemos dizer acerca de Jacó. Não fora predestinado à bem-aventurança. Mas sua atitude diante das coisas de Deus, determinou-lhe a eleição.
Tomemos, pois, cuidado para não cairmos nas malhas desta heresia porque, universalmente, todos fomos predestinados à vida eterna. A eleição, entretanto, depende de aceitarmos ou não o plano de salvação estabelecido por Deus.
Para compreendermos devidamente esta verdade, basta-nos ler João 3.16. Nesta passagem bíblica, não está escrito que Deus amou apenas aos predestinados. Está registrado que Deus amou ao mundo e, de tal maneira o amou, que deu o Seu Filho Unigênito em nosso resgate.
(1.2) – MENSAGENS AOS SACERDOTES – Ml 1.6 – 2.9 – São os seguintes os pecados censurados:
(A) – FALTA DE REVERÊNCIA PARA COM O SENHOR – Ml 1.6 – Notemos o espírito de insensibilidade diante do pecado, revelado na resposta dos sacerdotes: - “EM QUE DESPREZAMOS NÓS O TEU NOME?”. A atitude manifesta-se em todas as respostas do povo e dos sacerdotes às repreensões de Jeová.
(B) – O OFERECIMENTO DE SACRIFÍCIOS DEFEITUOSOS – Ml 1.7-12 – Dario e os seus sucessores forneciam vítimas em abundância aos sacerdotes para os sacrifícios (Ed 6.8-10), mas ofereciam somente as piores. Ofereciam ao Senhor aquilo que não se atreviam a oferecer ao seu príncipe (Ml 1.8). Mas, embora sejam oferecidos sacrifícios imundos na Palestina, entre os pagãos há e haverá aqueles que foram à presença do Senhor com uma oferenda pura – Ml 1.11.
(C) – O DESEMPENHO DO CULTO A DEUS COM O ESPÍRITO DE INDIFERENÇA E DESCONTENTAMENTO – Ml 1.11-12 – Consideravam o culto a Deus enfadonho e o desonravam apresentando oferendas de menor valor.
(D) – A VIOLAÇÃO DO PACTO LEVÍTICO – Ml 2.1-9 – O Senhor menciona as qualidades que o pacto requeria do sacerdote, a saber, andar muito perto de Jeová, zelo para deixar a iniquidade, e habilidade para ensinar (Ml 2.5-7). De todas estas qualidades, o sacerdócio no tempo de Malaquias carecia muito – Ml 1.8.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

LISTA OFICIAL DE CULTOS DE 24/12/2012 A 30/12/2012





IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS - CONVENÇÃO ABREU E LIMA
Av. Brasil, 113, Centro - Abreu e Lima - PE - Brasil.
Pr. Presidente: Roberto José dos Santos.
LISTA OFICIAL DE CULTOS DE 24/12/2012 A 30/12/2012



SEGUNDA 24/12/2012
ABREU E LIMA C.E PR. ROBERTO JOSE / PR. MARCOS GONCALVES
ROSA DO JANGA 1 C.E PB. JOSE LUIZ / PB. ALEXANDRE TOKIWA
ROSA DO JANGA 2 C.E EV. HILQUIAS L.SANTOS / PB. ELIAS MANOEL
ROSA DO JANGA 3 C.E PR. IZEQUIAS FLOR / PB. MARIO TIMOTEO FILHO
ROSA DO JANGA 4 C.E PB. LUIZ CLAUDIO / PB. ORESTES JOSE
ROSA DO JANGA 5 C.E PB. LUIZ DANUBIO / DC. ROBERTO FORTUNATO

QUARTA 26/12/2012
ABREU E LIMA CEAD PB. MANOEL CAMILO / PB. VANDO BENCAO
ROSA DO JANGA 1 ORAC DC. CIDCLEI JOSE F.SANTA / AX. JOAO BATISTA
ROSA DO JANGA 2 DOUT EV. HILQUIAS L.SANTOS / DC. FRANKLIN CABRAL

QUINTA 27/12/2012
ROSA DO JANGA 1 CRAC PB. JOSE LUIZ / PB. ORESTES JOSE
ROSA DO JANGA 2 ORAC DC. JOSE ALDEIR / AX. AMINADAB FREITAS
ROSA DO JANGA 3 DOUT PR. IZEQUIAS FLOR / PB. OTAVIANO FILHO
SEXTA 28/12/2012
ABREU E LIMA DOUT PR. ROBERTO JOSE / EV. PAULO FERNANDO
ROSA DO JANGA 4 ORAC PB. LUIZ CLAUDIO / AX. CRISTIANO JOSE
ROSA DO JANGA 5 DOUT PB. LUIZ DANUBIO / DC. CHARLES BRANDSON

SABADO 29/12/2012
ABREU E LIMA EBD EV. ROBSON MANOEL / PB. ABRAAO COUTINHO

DOMINGO 30/12/2012
ABREU E LIMA PRE. PR. ROBERTO JOSE / EV. ROBSON MANOEL
ROSA DO JANGA 1 PRE. PB. JOSE LUIZ / PB. ERNANDES JOSE
ROSA DO JANGA 2 PRE. EV. HILQUIAS L.SANTOS / AX. JOSIAS NASCIMENTO
ROSA DO JANGA 3 PRE. PR. IZEQUIAS FLOR / PB. MARIO TIMOTEO FILHO
ROSA DO JANGA 4 PRE. PB. LUIZ CLAUDIO / PB. ORESTES JOSE
ROSA DO JANGA 5 PRE. PB. LUIZ DANUBIO / AX. EDJAILSON MARIO

Zacarias - O Reinado Messiânico - Rede Brasil de Comunicação


Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Aílton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 12 - ZACARIAS - O REINO MESSIÂNICO
INTRODUÇÃO
Nesta lição, estudaremos o livro do profeta Zacarias, que trata basicamente de dois temas principais, a saber: a conclusão do Templo e as Promessas Messiânicas. O Templo que outrora fora destruído por Nabucodonosor, deveria ser reconstruído, mas o povo estava negligenciando tal reconstrução, o que implicou em diversos castigos divinos. A ira do Senhor, porém, haveria de durar só um momento e a libertação de Israel do domínio estrangeiro e a implantação do Reino Messiânico se tornaria uma realidade.
I - INFORMAÇÕES SOBRE O PROFETA ZACARIAS
Zacarias foi um sacerdote que voltou para Israel com seu pai e seu avô no primeiro retorno da Babilônia com Zorobabel. É possível constatar isso, observando a contagem sacerdotal registrada no livro de Neemias (Ne 12.4,16). Alguns supõem que o seu pai tenha morrido antes do retorno e que ele tivesse sido criado pelo avô. Possivelmente Jesus se referiu ao profeta Zacarias (Mt 23.35).
Dentre os profetas menores, Zacarias é o único que é apontado também como sacerdote. Dentre os profetas maiores, Jeremias e Ezequiel também exerciam ambos ministérios.
1.1 Nome. O nome Zacarias, Zekar-Yahno hebraico, significa “O Senhor se lembrou”. Os nomes de seu pai e de seu avô têm significados interessantes (Zc 1.1). Ido significa “tempo designado”, e Berequias significa “o Senhor abençoa”. Segundo Ellisen (2012, p.389) “até os nomes sugerem a mensagem do livro: O Senhor não esquecerá suas promessas da aliança para abençoar Israel no tempo designado”.
1.2 Livro. O livro de Zacarias é o mais longo dos Doze Profetas Menores. Ele pode ser dividido em duas partes: a primeira parte (Zc 1-8), começa com uma exortação aos judeus para que voltem ao Senhor e assim também Deus se voltaria a eles (1.1-6). Enquanto encorajava o povo a terminar a reedificação do Templo, o profeta Zacarias recebeu uma série de oito visões (1.7-6.8), garantindo que Deus cuida de seu povo, sendo o Senhor de sua história. As cinco primeiras visões transmitiam esperança e consolação, mas as últimas três apontavam para um juízo. A quarta visão e a cena da coroação de Josué são profecias messiânicas. Já a segunda parte do livro de Zacarias (Zc 9-14), contém dois blocos de profecias apocalípticas. Cada um deles é introduzido pela expressão “Peso da Palavra do Senhor” (9.1; 12.1). O primeiro peso (9.1-11.17) inclui a promessa de salvação messiânica para Israel, mas que o Pastor-Messias seria primeiramente rejeitado e ferido (Zc 11.4-17 cf. 13.7). O “peso”(12.1-14.21) focaliza a restauração e conversão de Israel (12.10).
Naquele dia, uma fonte será aberta à Casa de Davi para a purificação do pecado (13.1); então Israel dirá: “O Senhor é o meu Deus” (13.9). E o Messias reinará em Jerusalém (14).
1.3 Período em que profetizou. O profeta Zacarias exerceu o seu ministério entre os anos 520 e 480 a.C. Agora é importante observar que três seções deste livro têm data exata, mas os últimos seis capítulos não têm. Podemos situar (Zc 1.1-6) no ano 520 a.C., pois tal relato se dá pouco mais de um mês após a segunda profecia de Ageu (Ag 2.1). Podemos situar (Zc 1.7-6.15) no ano 519: “Aos vinte e quatro dias do mês undécimo (que é o mês de sebate), no ano segundo de Dario…” (Zc 1.7). E ainda podemos situar Zc 7 e 8 no ano 518 a.C. Já os capítulos 9 ao 14, devem descrever o período de mais ou menos 480 a.C, talvez pelo fato da Grécia começar a se tornar a grande potência mundial.
1.4 Contemporâneos. Zacarias era um contemporâneo do profeta Ageu. Certamente Zacarias era mais jovem. No livro de Esdras está escrito que ambos animaram os judeus, em Judá e Jerusalém, a persistirem na reedificação do Templo nos dias de Zorobabel (Ed 5.1). Como resultado do ministério de Zacarias e Ageu, o Templo foi completado e dedicado por volta do ano 515 a.C.
II - A SITUAÇÃO DE JUDÁ NA ÉPOCA DE ZACARIAS
Zacarias que começou a profetizar por volta do ano 520 a.C. como os demais judeus, aguardava ansiosamente pela libertação da nação do domínio estrangeiro, e com confiança esperava que um povo renovado fosse governado por um descendente da casa de Davi. O Templo estava sendo reconstruído e os persas não impuseram maiores dificuldades. A verdade é que eles começaram a apoiar um novo governo teocrático que estava surgindo àquela época.
2.1 Situação política. Após os 70 anos de cativeiro na Babilônia, os judeus retornaram, sob a nova política persa que encorajava a volta dos cativos, e lhes foi proporcionada uma nova situação de vida, um distrito na província daquém do rio Eufrates (Ed 1 1-5). Esse tratamento por parte de Ciro pode ter resultado da influência do profeta Daniel. A oposição à reconstrução do Templo veio dos vizinhos samaritanos que tentaram integrar-se com os judeus e misturar as religiões. Essa oposição teve como resultado perseguições, e a construção ficou suspensa durante 14 anos (Ed 4.1-24; 6.1-12).
2.2 Situação espiritual. Em 537 a.C., começou uma grande era para os judeus com a volta do cativeiro e o reinício das ofertas da aliança em Jerusalém. Mas a pausa na reconstrução esfriou o entusiasmo de todos, e eles se voltaram para interesses seculares. Todavia, essas atividades não se mostraram lucrativas, o que pode ter sido um castigo por não terem dado a atenção devida à fundação do novo Templo (Ed 3.12; Ag 1; 2.3). Tal realidade nos mostra que a entrega dos dízimos e das ofertas pode ser considerada uma espécie de termômetro espiritual, pois o povo não estava bem diante de Deus e, por isso, cerrou a sua mão para com o Templo. Depois de 14 anos de negligência para com o Templo, o Senhor lhes mandou seca e má colheita a fim de alertar o povo, e Zacarias foi um dos profetas que apontaram para a causa de todos aqueles males (Zc 1.1-6; 7).
III - CARACTERÍSTICAS DO LIVRO DE ZACARIAS
  • É o livro mais messiânico dos Profetas Menores, e está no mesmo nível de Salmos e Isaías quanto ao conteúdo messiânico;
  • Ele possui as profecias mais específicas e compreensíveis a respeito dos eventos que marcarão o final dos tempos;
  • O livro representa a harmonização mais bem sucedida entre os ofícios sacerdotais e proféticos em toda a história de Israel;
  • Suas visões e linguagem altamente simbólicas assemelham-se aos livros apocalípticos de Daniel e Apocalipse;
  • O livro revela um exemplo notável de ironia divina ao prever a traição do Messias por trinta moedas de prata (Zc 11.13);
  • A profecia a respeito do Messias no capítulo 14, como o grande Rei e Guerreiro, reinando sobre Jerusalém, é uma das que mais