segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Pastor Ciro Zibordi critica surgimento de elementos neopentecostais nas Assembleias de Deus, como “teologia da prosperidade” e “reteté”. Leia na íntegra


Pastor Ciro Zibordi critica surgimento de elementos neopentecostais nas Assembleias de Deus, como “teologia da prosperidade” e “reteté”. Leia na íntegra

A mudança de costumes e liturgias dentro das Assembleias de Deus, aproximando-se dos hábitos praticados em igrejas neopentecostais, foi tema de um artigo do pastor Ciro Zibordi.
Considerado conservador, o pastor Zibordi criticou práticas que passaram a fazer parte dos ritos assembleianos mais recentemente, como o “reteté” ou a “teologia da prosperidade”, assim como a redução do tempo de ministração de sermões.
Zibordi afirma que “em muitas Assembleias de Deus o tempo da exposição da Palavra de Deus foi suprimido ou reduzido por causa de shows de coreografia ou peças teatrais”, e que para muitos fiéis e líderes da denominação, “a exposição das escrituras sob a unção do Espírito não é mais suficiente”.
Zibordi ressalta ainda que a tendência de se fazer um culto que agrade pessoas está levando boa parte das congregações da denominação para longe de suas origens: “O culto não é mais para Deus e faz-se de tudo um pouco para agradar as pessoas e massagear seus egos. Capoeira, gospel funk, street dance, festa jesuína e outras formas de entreter o povo têm sido adotadas como estratégias de ‘evangelização’”.
O pastor encerrou seu artigo pontuando que as novas práticas não são unanimidade, e que ainda existem líderes interessados em promover o culto tradicional: “A bem da verdade, o Deus da Assembleia tem as suas reservas na terra. Há pastores e expoentes das Escrituras que têm cuidado de si mesmo e da doutrina (1 Tm 4.16) e não se deixaram influenciar pelo místico neopentecostalismo. Mas muitos líderes que se dizem assembleianos já se  neopentecostalizaram, a fim de agradarem a uma multidão de interesseiros”.
Confira abaixo a íntegra do artigo “A Assembleia de Deus está se neopentecostalizando?”, do pastor Ciro Zibordi:

domingo, 30 de setembro de 2012

A Vida Plena nas Aflições




 Quando estamos por Cima, e tudo está bem, é aonde Amigos, Irmãos até mesmo a Sociedade estão do nosso lado é quando todos vem, todos queres ser amigos todos querem estar ao seu lado todos querem apertar sua mão.
 Mas Quando passamos momentos de crises, no âmbito financeiro, familiar... vemos tudo sumir e sobra a Solidão  e solidão é Depressão, Querer morrer, Pensar bobagens, Fazer bobagens. temos como ex:

Elias é um grande exemplo que confirma irrefutavelmente o perfil de um homem deprimido, se não, vejamos: Elias foi um grande profeta do velho testamento. Sua história revela disposição e vigor quanto ao desempenho de seu ministério profético, Elias foi capaz de enfrentar o rei Acabe e denunciar suas perversidades e pecados (I Reis 18. 18), profetizou que não choveria e não choveu (I Reis 17. 1-7). Foi Elias quem orou e Deus mandou fogo do céu para consumir seu holocausto diante de 450 profetas de Baal (I Reis 18. 30- 38); Elias orou e Deus mandou chover sobre a terra (I Reis 18.41- 46). 
Além de todas essas experiências Deus manda um anjo alimentá-lo de forma sobrenatural. Após tudo isso, esse homem nos parece indestrutível e inabalável. Porém, ele era homem como nós, sujeito as mesmas paixões. Na verdade, não existem super-homens, todos estão sujeitos a fracassos e a devaneios e é exatamente por isso que depois de tantas experiência Elias cai numa profunda depressão e pede para si a morte- “Temendo pois, Elias, levantou-se e, para salvar sua vida, se foi e chegou a Berseba , que pertence a Judá; e ali deixou o seu moço.
Ele mesmo porém, se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio e se assentou debaixo de um Zimbro e pediu para si a morte, e disse: Basta; toma agora ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais” (I Reis 19. 3,4). 

 A solidão só existe quando ninguém liga pra nós, Mais saiba que Jesus Cristo está olhando pra você, que Ele está do seu lado e precisamos aprender a passar por essas adversidades, por esses momentos, não é estar por cima e pisar quem ta embaixo, não é estar por cima e esquecer o de baixo é saber que hoje Eu estou por cima mais amanhã Eu posso está por baixo, temos que aprender com essa lição, não é dar uma hora de aula e não exercer, o que a lição esta ensinando através do Espirito santo,
E lembrando que quando estamos por cima, podem surgir Inveja, Ciumes a vendo calunias etc.
e pior é quando se tem ciumes ou inveja até mesmo quando alguém está por baixo.
Alguns Homens de Deus passaram por isso pra que nós possamos ler estudar e medidar que da mesma forma pode acontecer conosco, então estejamos preparados, que essa lição não sejá só pra ler mais para praticamos vemos muitos que se deixar falam até o culto todo, mais praticar é dificil, então estajamos preparados pra ter, e estejamos preparados pra não ter, A Palavra de Deus nos ensina, não apenas sobre a possibilidade das aflições na vida do servo de Deus, mas, também, como devemos nos portar em meio ao sofrimento.
Devemos confiar em Deus, (Jó 13.15; 19.25; 42.2).

Reconhecendo que Deus está no controle de tudo
Há ainda algo muito interessante nessa narrativa bíblica, é o momento em que Elias está esperando por Deus e vem aquela seqüência de fenômenos naturais: Primeiro um grande e forte vento, depois um terremoto, depois do terremoto, um fogo porém Deus não estava em nenhum destes fenômenos, aqui está algo muito interessante talvez Elias estivesse pensando que Deus viria a ele através de uma destas manifestações de forma arrasadora e acabaria com ele, dando-lhe a morte que ele estava a pouco pedindo e quem sabe até como forma de repreensão, porém Deus se manifesta suavemente a Elias através de um cicio tranqüilo e suave, isso mostra que Deus é tremendamente diferente de nós, pois se fosse igual a qualquer homem, Elias estaria condenado, pois era isso que merecia, depois de tantas experiências com Deus ainda duvidou de seu cuidado e teve medo de uma mulher chamada Jezabel  porém Deus é totalmente diferente de qualquer homem, Deus não abriu mão de Elias, na verdade Deus não abre mão de nós, quando todos lhe impõe uma sentença de morte e até mesmo você se condena, Deus vem e lhe diz sai dessa caverna aqui não é o seu lugar, você é meu profeta, ainda que outros lhe vejam diferente, Deus ainda lhe vê como profeta, pois Ele não aceita biografias de nossas vidas escritas por terceiros, Ele nos vê com um olhar diferente pois sempre vê em nós a possibilidade de restauração.

Sabendo que tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus
O apóstolo Paulo disse que a tribulação produz paciência (Rm 5.3); e Tiago diz que a prova da fé produz paciência (Tg 1.2-4). Por estas e outras razões, o mesmo Paulo diz: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28).
Tendo esperança que um dia todo sofrimento terá fim

O Senhor Jesus prometeu vir nos buscar (Jo 14.1-3);
As aflições deste mundo não se comparam com a glória que nos será revelada (Rm 8.18);
Aqueles que são participantes das aflições de Cristo, se alegrarão e se regozijarão na Sua vinda (I Pe 4.12,13);
Quando Cristo voltar, seremos semelhantes a Ele, e teremos um corpo glorioso e incorruptível, imune às doenças (I Jo 3.1,2);
Nós habitaremos com Cristo, onde “… não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor…” (Ap 21.4).



CONCLUSÃO
Enquanto estivermos neste mundo, estamos sujeitos às provações, angústias e tribulações. A Bíblia ensina claramente que a vida cristã não nos isenta de adversidades. Porém, mesmo em meio ao sofrimento, podemos contar com o consolo divino. Mas, além disso, devemos confiar em Deus, reconhecer que ele está no controle de tudo, saber que tudo que ocorre em nossas vidas é para o nosso bem, e que um dia nós estaremos, enfim, livres de toda dor e sofrimento.




sábado, 29 de setembro de 2012

A VIDA PLENA NAS AFLIÇÕES: A GANGORRA DA VIDA


 


A GANGORRA DA VIDA

O texto abaixo pode ser usado como ilustração para a lição “A Vida Plena nas Aflições. Espero até o final de semana postar o subsídio para a mesma.

"Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece." (Fp 4.11-13)

A vida se parece com uma gangorra. Uma hora você está por cima, outra hora está por baixo. É necessário saber viver nas duas dimensões ou circunstâncias.

1. Estar por cima implica no privilégio de ver o mundo de uma perspectiva mais abrangente.

2. Estar por cima é uma posição que pode gerar um sentimento de superioridade.

3. Estar por cima é uma posição vulnerável. O mínimo descuido pode resultar em desequilíbrio e queda.

4. Estar por baixo não produz grandes sensações.

5. Estar por baixo nos ensina a viver com os pés no chão.

6. Estar por baixo deve nos proporcionar a sabedoria necessária diante da expectativa e da possibilidade de subir.

7. Em cima ou em baixo, a confiança em Deus será sempre necessária.

8. A gangorra nos ensina que para nos mantermos em cima, precisamos de alguém em baixo para nos dar a devida sustentação. É preciso valorizar os que estão em baixo.

9. Precisamos saber viver nas duas posições, diante das mais diversas situações e circunstâncias da vida.

10. Ninguém está livre da gangorra, porém, no Senhor podemos todas as coisas.

*Texto publicado no livro “Uma Igreja com Saúde”.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012